sexta-feira, 20 de julho de 2012

Adorava ter as respostas a todas as minhas perguntas.

Cada dia que passa sinto mais que estou a viver uma mentira, tou a seguir a minha vida, mas sem ti parece tudo muito mais dificil. Ocupas a minha mente quando só quero que desaparecas. Por mais que eu te tente esquecer, mostra-se impossivel faze-lo !
Não sei que pensar mais, o que fazer mais para te tirar na minha cabeça, e do meu coração. Tudo o que faço, tudo o que vejo, tudo o que toco faz-me lembrar-te, o mínimo gesto que façam parecido contigo, faz com que tudo venha à minha cabeça. Só de olhar para o relógio faz-me lembrar-te. Disses-te que me amavas, mas que precisavas de tempo, e eu tou a dar-te, mas ta a ser super difícil, tenho saudades das nossas conversas, dos nossos atrofios, das tuas mordidelas, das brincadeiras que tínhamos, dos nossos momentos, de tudo que era passado contigo.
Sei que errei, sei que os meus ciúmes falavam mais alto, fiz “fimes”, mas isso é porque eu tinha medo de te perder, medo de ficar sem a pessoa que amo, e queria “proteger” o que era meu, e com esse receio todo, acabou por acontecer o que mais temia, e desejava que não acontecesse … ficar sem ti!
Tu conseguis-te mostrar-me que conseguia voltar a amar, depois de tudo o que tinha passado para mim, amar era impossível, e tu fizeste-me ver que não era bem assim, apareces-te e tudo mudou. Voltei a ter aquele sorriso estúpido, só de falar contigo, só de pensar em ti, só de estar 5 minutos contigo, só de ouvir a tua voz. Voltei a ter aquele formigueiro na barriga, cada vez que te via, ou te ouvia. Todos os dias desejava estar contigo. Voltei a ter o meu sorriso, “eu posso ter o sorriso, mas o motivo és TU!”
Foi no dia 18 de Janeiro, que tudo recomeçou, e foi tipo o melhor dia da minha vida, pois tinha-te de novo a meu lado, e 5 meses depois tudo termina, do nada.
Ninguém tem noção do quanto chorei, do quanto me apetecia desaparecer  ou mesmo morrer, eu entrei num desespero tão grande, num sufoco enorme, tinha um aperto gigante dentro do meu peito, parecia um nó na minha garganta, apenas porque não conseguia, nem queria imaginar-me sem ti.
Eu agarrei-me ao meu pai, (e sabes muito bem como é a minha relação com ele,) a chorar, a berrar mesmo, eu só dizia “eu perdi o homem que amo, o daniel e eu acabamos”, essa cena na minha cabeça estava-me a matar.
O que me mete mais confusão, é que eu vi no teu olhar quando falámos pessoalmente, que não era isto que tu querias, e tu confirmaste-o, mas estas a faze-lo, e não me venhas com a conversa do “é o melhor”, porque se é o melhor, então é só para ti, pois porque para mim o melhor é ter-te do meu lado.
Desejava tanto que isto mudasse, que tu mudasses de ideias, que as coisas voltassem a ser como eram, mas pelo andar da carruagem já vi que isso não irá mudar, e também não vou insistir mais, sim custa-me não te ter, mas se é para ser assim então tu lá sabes.
“À terceira é de vez”, pois eu digo-te, se é de vez, então pode muito bem resultar, é só querermos, mas já sei que por agora sou só a querer.

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